- Cale-se lixo. Não grita assim. Não dói tanto. Relaxa. Veja... seu pênis continua duro. Se sentisse tanta dor, quanto medo, ele teria baixado. Primeiro vou colocar esse plug peniano em você, só falta metade. Depois vou desamarrar seu saco. Mas cuide para não gozar. Quero-o duro, sempre pronto a ME servir.
- Nossa Senhora, nunca senti essa dor. Desconforto. Pressão. Arde e queima. Mas é bom. Por que é bom, se dói tanto, Senhora? Ai, ai, ai. (Inevitável cara. Humilhação total, mas sou obrigado a chorar. Com essa idade, amarrado, currado, meu pau sendo fodido como se fosse uma menina de cabaço, e eu chorando, cara, eu caguei fogo na frente dEla e só gritei, mas essa dor me humilha demais.)
- Que lindas lágrimas, minha cadelinha. Chora. Sua Senhora está aqui, pode chorar tudo. Essas lágrimas vão direto para entre minhas pernas e me molham. É delicioso sentir como você me excita cadelinha. Chora em meu colo, vem.
- S-s-s-sim Senhora, tá ardendo ainda-a-a-a. (Hmmmmm cara, que colo macio, que cheiro bom, o cheiro do tesão da minha DONA, vou continuar chorando, mas que eu vou dar um jeito de esfregar ao menos o nariz naquela gruta cheirosa eu vou, ah se vou.)
- Opa! Que vermezinho imundo! Dou colo, faço carinho em seus cabelos nojentos e você me retribui, tentando enfiar o nariz onde não deve? SLAPT! SLAPT! SLAPT!
- AHHHHHHHHHH (Não acredito nisso. To apanhando! E isso é pau! QUEIMAAAAAAAA!) Ai, Senhora. Perdão. É seu cheiro, Senhora. AI. Eu paro, eu paro. Hmmmmmmm. (Não consigo gozar, meu pau tá entupido. Ai. Que cheiro do caralho, porra! É GOSTOSO demais. E eu to todo entupido, rabo no rabo, um treco grosso enfiado no pau, que mais falta?)
- Acredito que essas vinte palmadinhas em seu bumbum o farão ter mais juízo, cadelinha. Agora beije minha palmatória e agradeça o ensinamento que recebeu.
- Mmmm smack. Obrigado, Senhora, por ensinar-me a ser um menino comportado. Hmmm. O-o-o-obriga-a-a-ado! (não consigo parar de chorar, e esse cheiro tá mais forte agora, tá me deixando zuado, cara. QUE GOSTOSA!)
- Agora para o chão. Vou retirar sua venda e desamarrar suas mãos, mas só poderá olhar para baixo e andar engatinhando-se. Como uma boa cadelinha. E de agora em diante, na minha frente, refira-se a si próprio no feminino, como a cadela que você é. Vamos, vamos, escorregue para o chão. E deixe de ser puta. Pára de enfiar-se entre minhas pernas. Isso não é para você. Somente se for uma boa menininha. Vamos, tire a cabeça daí. Não enfia o nariz! SLAPT! Basta! OBEDEÇA-ME!
- S-s-sim, Senhora! Perdão, Senhora. Seu aroma me hipnotizou. Nunca senti cheiro tão bom, Senhora. Perdão. Obrigada por ensinar-me a ser uma boa menina, Senhora. (A claridade me ofusca um pouco, mas rapidamente consigo ver que estou numa espécie de quarto de motel, aparelhos como na Idade Média nas paredes. Cama. Banheiro maldito. E minha DONA... uma mulher comum, de jeans apertados. Bata de seda. Parece ser oriental, cabelos longos. Faces coradas. Olhos brilhantes. Boca carnuda. Nariz arrebitado. Olho rapidamente p não apanhar, e baixo o olhar. OS PÉS dEla. Ai perdição. Scarpins escuros. Saltos altíssimos. Não vai prestar.)
- Agora vamos alimentá-la, cadela. Precisa comer um pouco. Só porque EU sou boazinha, deixarei que coma o resto do que eu me alimentar. Sente-se aqui ao meu lado e lamba meus pés enquanto eu como.
- Sim senhora. (Por algum tempo, tudo que posso ouvir é o barulho de talheres no prato e um aroma de morangos, mais pungente e outras frutas, no ar.)
- Pronto, cadelinha. Seu jantar está servido. Não use as mãos e não deixe restos.
- Sim senhora. (Cara, ela está amassando as frutas com os pés! E não poderei usar as mãos. Estou me sentindo realmente sub. Agora entendo quando lia relatos assim. E aquelas frutas entre os dedinhos dela... Só arriscando) Senhora? Posso limpar seus pés antes de me servir? Não está desconfortável assim, Senhora? (Esteja, esteja, esteja!!!)
- Realmente louco para estar aos meus pés... kkkk Claro, escravinho. Tem feito por merecer. Limpe os meus pés. Seja cuidadoso.
- Grata senhora. (Céu, paraíso, salgadinhos e com sabor de frutas. Quentes. Fortes, porém delicados. Hmmmm dedo por dedo, solinhas, entre os dedinhos. Simmmm)
- Agora coma, cadelinha, eu vou me refrescar e tirar essa baba de sobre meus pés.
- ...
- Pronto, verme. Venha a mim.
- Sim, senhora. Posso ser útil? (O tal rabo ainda em mim, o pau ainda fodido, que mais ainda posso fazer?)
- Levante-se cadela. Não gostei de seu tom. Vá para a cruz. De frente para a parede. Isso. Levante as mãos. Dê-me os pulsos. Agora os pés. Realmente ficou linda com esse rabo balançando.
- Obrigada, Senhora. (Caralho, algemado na cruz, pernas abertas de novo, esse rabo fazendo pressão pra todo lado, que mais faltaaaaaaaaaaaaaaaaaHHHHHHHHHHHHHHHDOR)
- Conte as chicotadas em voz alta. Não perca a contagem ou começaremos tudo de novo, cadela!
- Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, o-o-oito, n-n-n-nove, de-e-e-ez, o-o-o-on-ze, d-o-z-e, chega senhora, tre-e-e-ze-e-e-e, quator-ze-e-e-e-e, quin-ze-e-e-e, dezesseisssssssss, dezesseteeemmmm, dezoito-o-o-o, dezenove, vinte—e-e-e.
- Certo cadela, agora agradeça sua lição.
- Obrigada, senhora, muito obrigada. (Cada vergão arde, mas meu rabo queima ainda mais, meu pau tá em fogo, e eu to com tesão e me sentindo uma menininha. Ela está me desamarrando, não sei se consigo ficar em pé. Não dá, vou engatinhando. HUMILHAÇÃO total, mas vou atrás sem que Ela tenha me pedido. Ela quer que eu me deite na cama. Vou de bruços, minhas costas queimam e esse rabo faz meu cu em chamas, ainda.)
- Pronto vadiazinha. Vamos cuidar de seus ferimentos. Vire-se, quero tirar as presilhas. Vai arder, não grite. Permito que solte gemidos, mas não grite.
- hmmmmmmmmmmmmmm (Queima tirar quase tanto quanto pôr, e ela tira devagar, um por um, quero gritar, mas não ouso, senão vou desagradá-la. Meu saco está sendo desamarrado, ahhh não quero ir embora, por que Ela está tirando tudo? O troço em meu pau, não) HMMMMMMMMMM (doeu, doeu DE VERDADE, quase tanto quanto quando Ela o colocou, mas tá todo melado e meu pau em pé, espero que Ela goste de mim.) Hmmmmmm, Senhora, como isso é bommmmmmm (gelo, gelo sendo delicadamente passado em meus ferimentos, ao mesmo tempo em que refrescam a ardência, aumentam o tesão, meu pau vai explodir, o gelo queima, passou o alívio, voltou a dorrrrrrrr, vou gozar, apanho mas gozo.)
- Vire-se de bruços e não goze, cadela. Estou vendo seu pênis latejar. Segure ou sofrerá AINDA MAIS. Assim, relaxe. Ótimo.
- Sim, Senhora. Perdão, Senhora. Mas não sei quanto mais agüento. Tá difícil suportar, Senhora. Mas vou tentar. Hmmmmm (Mais gelo nas costas, aliviam e queimam, mas é bommmm, opa, mau sinal, Ela está mexendo no rabo, MEDO) Senhora? O que vai fazAiiiiiiiiiii. Dói, Senho-o-o-oraaa. (E lá vamos nós chorar de novo. Meu cu está ardendo. To todo arrombado. Gelo sendo enfiado em mim. Hmmmmm. É bom, sim, muito bom.)
- Agora que descansou um pouquinho, minha cadelinha. Levante-se, venha comigo. Aqui, deite-se de bruços, não burrinha, as pernas ficam aqui, você coloca o tronco na parte mais baixa da namoradeira, bumbum fica aqui na parte alta e suas pernas aqui, para fora. Isso, agora abra as pernas e fique assim. Deixe-se relaxar. Volto já.
- Sim, Senhora. (Difícil relaxar nessa pose que Napoleão perdeu a guerra, mas ao menos é confortável. Que curiosidade, cara. Onde minha Dona se meteu? Se eu me mexer para olhar Ela vai perceber. Não quero desagradá-la, quero que Ela saiba que pode confiar em mim. Será que eu A convenço a me aceitar? Inacreditável, mas quero mesmo ser dEla.)
- Voltei, cadelinha. Agora é só prazer e não quero que economize nos gemidos, minha putinha.
- Gemidos, Senhora? (É automático, tento me virar para ver o que vai me acontecer e sinto as mãos quentes e fortes em minhas costas, forçando-me para baixo de novo. Ui, TAPA, na bunda, gosto, gosto sim) Hmmmmm, mais, Senhora, por favor, mais. (Isso, mais, não pára. Parou... droga, agora eu choro é de vontade... minha bunda sendo aberta de novo, e agora? Gel, gelado no cu, pressão de algo frio querendo entrar, ainda tá sensível, dói) Ahhhhhh, hmmmmm, tá dolorido ainda, querida Senhora, me poupa, por favorrrrrrrrrrrrrr (Aiiii entrou, caralho, entrou tudo e é grande, comprido, queima, mas é bom, entra, sai, mãos em minha cintura, forte, socadas fortes, entra, pressão, bommmmmmm, sai, entra, sai, entra, sai, soca forte Ela, sai, entra, sai, vai e vem sem fim. Não dá mais, quero segurar.) Senhora, hmmmmm, Senhora, não agüento mais, preciso gozar, não quero desagradá-la, mas preciso gozar. Hmmmmm.
- Perfeito que tenha me avisado, cadelinha. Vem, levante-se sem desencaixar de mim. Isso espera.
- Hmmmmm (o pau dEla ameaça a sair, e lá vem aquela socada forte de novo)
- Isso, vamos juntinhos. Senta em meu colo. Assim mesmo. Rebola em sua DONA, cadelinha.
- S-s-s-sim Senhora. (NOSSA, rebolar? Pior que dá vontade mesmo. Tudo para fazê-la feliz. Hmmm cara, isso é muito bom e aquela mão quente em meu pau. Ela CRAVOU as unhas em meu pau e está me punhetando. Vai arrancar meu pau fora com aquelas unhas, mas quem se importa com isso? É dela. Faça o que quiser.)Hmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm-m-m-m-m-m GRATO, SENHORA.
- Gostou cadelinha? Então agora se levante e lamba essa bagunça que fez. Quando terminar, vá banhar-se e vestir-se.
- Mas Senhora, nunca sequer provei minha porra, Senhora. Tenho nojo. Sim, Senhora. Como quiser, mas não me olhe assim de novo, por favor. (Cara, aquele OLHAR me fez tremer. ÉCAH, que puta nojo. Mas é por Ela.) Pronto, senhora. Limpo. Posso fazer uma pergunta antes do banho, Senhora?
- Claro, cadelinha. Sempre faça as perguntas. Prefiro assim. Não precisa ficar apenas em uma.
- Muito obrigada, Senhora. Agradei à Senhora?
- Bastante, cadelinha. Vejo mais perguntas em seu olhar. Faça-as.
- Fico orgulhosa, Senhora. Obrigada. Posso considerar-me sua, Senhora? A Senhora me quer?
- Sim vadia, eu a quero. Tomei-a para mim hoje e vou mantê-la. Seu corpo, mente, tempo, adoração e submissão agora me pertencem.
- Nossa não sei como agradecê-la Senhora. Tive medo que fosse apenas essa vez. Obrigada, Senhora. Vou tomar banho como ordenou, Senhora e voltarei limpinha para satisfazê-la, Senhora.
- Vadia. Tome seu banho, mas se vista em seguida. Amanheceu e quero dormir em minha cama. Iremos embora após aprontar-se.
- Mas Senhora? E seu gozo, seu prazer? Quero que se satisfaça, preciso da Sua satisfação. Por favor, Senhora.
- Cadelinha, durante essa noite, gozei inúmeras vezes. Deu-me muito prazer. Sua DOR é meu prazer e meu tesão. Algum dia, quando aprender direitinho, me satisfará de outras maneiras. Por enquanto, seus gemidos me satisfizeram. Vá.
- Sim, Senhora... ( E lá vou eu, feliz, dolorido, imensamente satisfeito, leve, com a certeza que ESSA SENHORA me escolheu.)