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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Os anseios de um escravo

OS ANSEIOS DE UM ESCRAVO

pensando na Doce Domme confesso meus mais profundos anseios

1. apenas em caso de ordem diferente, deverei sempre ficar em trajes de escravo na frente da Domme Doce, ou seja, nu.
2. minha humilhação será maior pois apenas eu estarei nu enquanto a Rainha trajará as roupas que lhe convier.
3. além do traje de escravo, usarei uma coleira na presença Dela, demonstrando a minha submissão.
4. submeterei meu corpo a um exame minucioso antes de servir e ser usado. Me apresentarei limpo e perfumado. Receberei comentários humilhantes e ficarei em posições constrangedoras para ser observado em diversos ângulos.
5. aguardarei as suas ordens de joelhos, nu, cabeça baixa e bem submisso.
6. obedecerei prontamente todas as Suas ordens por mais humilhantes que sejam, afinal a Domme é quem manda.
7.  minha boca pertencerá a Domme. Beijarei seus pés, botas ou onde Ela quiser sempre que me for ordenado, em agradecimento e em sinal de respeito.
8. massagearei os pés da Domme com óleo aromático para lhe fazer relaxar.
9. ter meus mamilos beliscados, chupados e torturados. 
10. receberei humilhação física e verbal ao exibir meu anus piscando.
11. me submeterei a vários enemas até ficar com o reto limpo. Não terei privacidade no momento de evacuar e proibido de usar a privada.
12. após a sessão de enema tomarei outro banho higienico sempre sob os olhos atentos da Doce Domme.
13. a Domme vestirá luva cirurgica e introduzirá o dedos em meus anus para conferir se realmente fiquei limpo
14. após o enema usarei um plug pois devo ficar com o anus cheio durante todo o tempo.
15. após conferir a limpeza, a Domme introduzirá dedo após dedo para ver quantos cabem no meu anus.
16. ficarei de quatro sobre a cama e terei um speculum introduzido no anus para o prazer da Doce Domme.
17. deitarei de bruços no colo da Domme para receber palmadas na bunda e humilhações verbais.
18. deitarei no chão e receberei uma chuva de vela derretida sobre o corpo.
19. Terei meu penis medido com uma regua e depois serei humilhado verbalmente pela Domme.
20. receberei torturas no meu diminuto penis...tapas, amarras, vela e sonda uretral.
21. ordenado a me tocar sob a supervisão da Domme porém só poderei gozar após a SUA permissão.
22. a Domme me prenderá no cavalete e comerá meu anus vestida com um strapon me humilhando bastante  e mandando gemer.
23. ordenado a prender um consolo na cadeira e sentar nele na frente da Domme
24. ordenado a urinar de quatro no chão enquando a Domme introduz um dedo em meu anus e me humilha.
25. ordenado a vestir uma calcinha, rebolar e fazer tudo o que der vontade na Domme.
26. ordenado a ficar de quatro sobre uma mesa e receber massagem prostatica da Domme.
27. obrigado a me masturbar com um plug no anus e gozar na bota da Domme onde deverei limpar tudo com a lingua depois.
28. servir de mordomo para a Domme lhe atendendo no que for ordenado durante a sessão.
29. nunca olhar diretamente nos olhos da Domme em sinal de respeito a não ser que seja ordenado.
30. respeitar, obedecer e adorar a Doce Domme.

beijo Seus pés.

sub


* Quando você pensa que rezou o suficiente...*

quarta-feira, 1 de junho de 2016

O dia em que eu pequei.



Olá a todos, eu sou uma pessoa muito curiosa e com sede de conhecimento. Hoje eu vou contar um pouco de um grande aprendizado que tive por conta de um grande pecado cometido.

Como normal deste tipo de pessoa, o mundo fetichista me atraiu. Pesquisando bastante, descobri uma rede social que reuni pessoas com os mesmos interesses. Resolvi me cadastrar e montar um perfil dessa pessoa que está escondida dentro de mim.

Passeando pelos milhares de perfis, encontrei uma Doce Mulher que soube descrever em seu perfil exatamente o que eu sinto e o que me atrai. Suas palavras eram tão cultas e claras que resolvi colocar em meu perfil também.

Inocência a minha em pensar que eu passaria despercebido. E sim, fui pego na hora pelo plágio. Recebi uma advertência muito dura sobre o plágio que eu cometi. Não foi a minha intenção e eu reconheci que isso não se faz. Como cidadão é muito feio. São atos como estes que refletem a sociedade em que vivemos. E por esse motivo fiz o maior esforço de reparar e pagar pelo que fiz.

Foi neste momento que a Doce Mulher se revelou. Começou a me castigar me colocando em situações constrangedoras e humilhantes. Eu como um pecador, era o mínimo que podia fazer para pagar e reparar meu erro.





De cara, fui ordenado a ir em um salão de beleza em plena luz do dia, e fazer as unhas dos pés pintando ala francesinha. Eu trabalho e treino muito, meu tempo é bem escasso. Mas dei um jeito para sair do meu trabalho, e de terno e gravata fui ao salão de beleza tremendo de vergonha e medo. Meu coração batia como se eu tivesse corrido uma maratona. Mas engoli fundo, e pedi para fazer as unhas dos pés e pintar. Tentei não olhar para as pessoas e rapidamente sentei na cadeira. Foi uma eternidade, porém consegui sobreviver até o final e ainda ouvir dizerem “Volte sempre!”.

Chegando em casa bem tarde, a primeira coisa que eu fiz, foi postar as fotos de todo o processo para a minha Senhora. Com muito orgulho apresentei o resultado e disse o quanto eu tinha sofrido. Ela riu da minha cara e disse que o castigo não tinha acabado. Estou pagando até hoje, e me orgulho de poder ter uma eterna dívida com essa Senhora.

A minha Senhora não imagina o quanto ela me ajudou a ser uma pessoa melhor. A minha dívida só aumenta a cada conversa que tenho com ela. 

quinta-feira, 3 de março de 2011

CONrelato - Final


- Cale-se lixo. Não grita assim. Não dói tanto. Relaxa. Veja... seu pênis continua duro. Se sentisse tanta dor, quanto medo, ele teria baixado. Primeiro vou colocar esse plug peniano em você, só falta metade. Depois vou desamarrar seu saco. Mas cuide para não gozar. Quero-o duro, sempre pronto a ME servir.
 - Nossa Senhora, nunca senti essa dor. Desconforto. Pressão. Arde e queima. Mas é bom. Por que é bom, se dói tanto, Senhora? Ai, ai, ai. (Inevitável cara. Humilhação total, mas sou obrigado a chorar. Com essa idade, amarrado, currado, meu pau sendo fodido como se fosse uma menina de cabaço, e eu chorando, cara, eu caguei fogo na frente dEla e só gritei, mas essa dor me humilha demais.)
 - Que lindas lágrimas, minha cadelinha. Chora. Sua Senhora está aqui, pode chorar tudo. Essas lágrimas vão direto para entre minhas pernas e me molham. É delicioso sentir como você me excita cadelinha. Chora em meu colo, vem.
 - S-s-s-sim Senhora, tá ardendo ainda-a-a-a. (Hmmmmm cara, que colo macio, que cheiro bom, o cheiro do tesão da minha DONA, vou continuar chorando, mas que eu vou dar um jeito de esfregar ao menos o nariz naquela gruta cheirosa eu vou, ah se vou.)
 - Opa! Que vermezinho imundo! Dou colo, faço carinho em seus cabelos nojentos e você me retribui, tentando enfiar o nariz onde não deve? SLAPT! SLAPT! SLAPT!
 - AHHHHHHHHHH (Não acredito nisso. To apanhando! E isso é pau! QUEIMAAAAAAAA!) Ai, Senhora. Perdão. É seu cheiro, Senhora. AI. Eu paro, eu paro. Hmmmmmmm. (Não consigo gozar, meu pau tá entupido. Ai. Que cheiro do caralho, porra! É GOSTOSO demais. E eu to todo entupido, rabo no rabo, um treco grosso enfiado no pau, que mais falta?)
 - Acredito que essas vinte palmadinhas em seu bumbum o farão ter mais juízo, cadelinha. Agora beije minha palmatória e agradeça o ensinamento que recebeu.
 - Mmmm smack. Obrigado, Senhora, por ensinar-me a ser um menino comportado. Hmmm. O-o-o-obriga-a-a-ado! (não consigo parar de chorar, e esse cheiro tá mais forte agora, tá me deixando zuado, cara. QUE GOSTOSA!)
 - Agora para o chão. Vou retirar sua venda e desamarrar suas mãos, mas só poderá olhar para baixo e andar engatinhando-se. Como uma boa cadelinha. E de agora em diante, na minha frente, refira-se a si próprio no feminino, como a cadela que você é. Vamos, vamos, escorregue para o chão. E deixe de ser puta. Pára de enfiar-se entre minhas pernas. Isso não é para você. Somente se for uma boa menininha. Vamos, tire a cabeça daí. Não enfia o nariz! SLAPT! Basta! OBEDEÇA-ME!
 - S-s-sim, Senhora! Perdão, Senhora. Seu aroma me hipnotizou. Nunca senti cheiro tão bom, Senhora. Perdão. Obrigada por ensinar-me a ser uma boa menina, Senhora. (A claridade me ofusca um pouco, mas rapidamente consigo ver que estou numa espécie de quarto de motel, aparelhos como na Idade Média nas paredes. Cama. Banheiro maldito. E minha DONA... uma mulher comum, de jeans apertados. Bata de seda. Parece ser oriental, cabelos longos. Faces coradas. Olhos brilhantes. Boca carnuda. Nariz arrebitado. Olho rapidamente p não apanhar, e baixo o olhar. OS PÉS dEla. Ai perdição. Scarpins escuros. Saltos altíssimos. Não vai prestar.)
 - Agora vamos alimentá-la, cadela. Precisa comer um pouco. Só porque EU sou boazinha, deixarei que coma o resto do que eu me alimentar. Sente-se aqui ao meu lado e lamba meus pés enquanto eu como.
 - Sim senhora. (Por algum tempo, tudo que posso ouvir é o barulho de talheres no prato e um aroma de morangos, mais pungente e outras frutas, no ar.)
 - Pronto, cadelinha. Seu jantar está servido. Não use as mãos e não deixe restos.
 - Sim senhora. (Cara, ela está amassando as frutas com os pés! E não poderei usar as mãos. Estou me sentindo realmente sub. Agora entendo quando lia relatos assim. E aquelas frutas entre os dedinhos dela... Só arriscando) Senhora? Posso limpar seus pés antes de me servir? Não está desconfortável assim, Senhora? (Esteja, esteja, esteja!!!)
 - Realmente louco para estar aos meus pés... kkkk Claro, escravinho. Tem feito por merecer. Limpe os meus pés. Seja cuidadoso.
 - Grata senhora. (Céu, paraíso, salgadinhos e com sabor de frutas. Quentes. Fortes, porém delicados. Hmmmm dedo por dedo, solinhas, entre os dedinhos. Simmmm)
 - Agora coma, cadelinha, eu vou me refrescar e tirar essa baba de sobre meus pés.
 - ...
 - Pronto, verme. Venha a mim.
 - Sim, senhora. Posso ser útil? (O tal rabo ainda em mim, o pau ainda fodido, que mais ainda posso fazer?)
 - Levante-se cadela. Não gostei de seu tom. Vá para a cruz. De frente para a parede. Isso. Levante as mãos. Dê-me os pulsos. Agora os pés. Realmente ficou linda com esse rabo balançando.
 - Obrigada, Senhora. (Caralho, algemado na cruz, pernas abertas de novo, esse rabo fazendo pressão pra todo lado, que mais faltaaaaaaaaaaaaaaaaaHHHHHHHHHHHHHHHDOR)
 - Conte as chicotadas em voz alta. Não perca a contagem ou começaremos tudo de novo, cadela!
 - Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, o-o-oito, n-n-n-nove, de-e-e-ez, o-o-o-on-ze, d-o-z-e, chega senhora, tre-e-e-ze-e-e-e, quator-ze-e-e-e-e, quin-ze-e-e-e, dezesseisssssssss, dezesseteeemmmm, dezoito-o-o-o, dezenove, vinte—e-e-e.
 - Certo cadela, agora agradeça sua lição.
 - Obrigada, senhora, muito obrigada. (Cada vergão arde, mas meu rabo queima ainda mais, meu pau tá em fogo, e eu to com tesão e me sentindo uma menininha. Ela está me desamarrando, não sei se consigo ficar em pé. Não dá, vou engatinhando. HUMILHAÇÃO total, mas vou atrás sem que Ela tenha me pedido. Ela quer que eu me deite na cama. Vou de bruços, minhas costas queimam e esse rabo faz meu cu em chamas, ainda.)
 - Pronto vadiazinha. Vamos cuidar de seus ferimentos. Vire-se, quero tirar as presilhas. Vai arder, não grite. Permito que solte gemidos, mas não grite.
 - hmmmmmmmmmmmmmm (Queima tirar quase tanto quanto pôr, e ela tira devagar, um por um, quero gritar, mas não ouso, senão vou desagradá-la. Meu saco está sendo desamarrado, ahhh não quero ir embora, por que Ela está tirando tudo? O troço em meu pau, não) HMMMMMMMMMM (doeu, doeu DE VERDADE, quase tanto quanto quando Ela o colocou, mas tá todo melado e meu pau em pé, espero que Ela goste de mim.) Hmmmmmm, Senhora, como isso é bommmmmmm (gelo, gelo sendo delicadamente passado em meus ferimentos, ao mesmo tempo em que refrescam a ardência, aumentam o tesão, meu pau vai explodir, o gelo queima, passou o alívio, voltou a dorrrrrrrr, vou gozar, apanho mas gozo.)
 - Vire-se de bruços e não goze, cadela. Estou vendo seu pênis latejar. Segure ou sofrerá AINDA MAIS. Assim, relaxe. Ótimo.
 - Sim, Senhora. Perdão, Senhora. Mas não sei quanto mais agüento. Tá difícil suportar, Senhora. Mas vou tentar. Hmmmmm (Mais gelo nas costas, aliviam e queimam, mas é bommmm, opa, mau sinal, Ela está mexendo no rabo, MEDO) Senhora? O que vai fazAiiiiiiiiiii. Dói, Senho-o-o-oraaa. (E lá vamos nós chorar de novo. Meu cu está ardendo. To todo arrombado. Gelo sendo enfiado em mim. Hmmmmm. É bom, sim, muito bom.)
 - Agora que descansou um pouquinho, minha cadelinha. Levante-se, venha comigo. Aqui, deite-se de bruços, não burrinha, as pernas ficam aqui, você coloca o tronco na parte mais baixa da namoradeira, bumbum fica aqui na parte alta e suas pernas aqui, para fora. Isso, agora abra as pernas e fique assim. Deixe-se relaxar. Volto já.
 - Sim, Senhora. (Difícil relaxar nessa pose que Napoleão perdeu a guerra, mas ao menos é confortável. Que curiosidade, cara. Onde minha Dona se meteu? Se eu me mexer para olhar Ela vai perceber. Não quero desagradá-la, quero que Ela saiba que pode confiar em mim. Será que eu A convenço a me aceitar? Inacreditável, mas quero mesmo ser dEla.)
 - Voltei, cadelinha. Agora é só prazer e não quero que economize nos gemidos, minha putinha.
 - Gemidos, Senhora? (É automático, tento me virar para ver o que vai me acontecer e sinto as mãos quentes e fortes em minhas costas, forçando-me para baixo de novo. Ui, TAPA, na bunda, gosto, gosto sim) Hmmmmm, mais, Senhora, por favor, mais. (Isso, mais, não pára. Parou... droga, agora eu choro é de vontade... minha bunda sendo aberta de novo, e agora? Gel, gelado no cu, pressão de algo frio querendo entrar, ainda tá sensível, dói) Ahhhhhh, hmmmmm, tá dolorido ainda, querida Senhora, me poupa, por favorrrrrrrrrrrrrr (Aiiii entrou, caralho, entrou tudo e é grande, comprido, queima, mas é bom, entra, sai, mãos em minha cintura, forte, socadas fortes, entra, pressão, bommmmmmm, sai, entra, sai, entra, sai, soca forte Ela, sai, entra, sai, vai e vem sem fim. Não dá mais, quero segurar.) Senhora, hmmmmm, Senhora, não agüento mais, preciso gozar, não quero desagradá-la, mas preciso gozar. Hmmmmm.
 - Perfeito que tenha me avisado, cadelinha. Vem, levante-se sem desencaixar de mim. Isso espera.
 - Hmmmmm (o pau dEla ameaça a sair, e lá vem aquela socada forte de novo)
 - Isso, vamos juntinhos. Senta em meu colo. Assim mesmo. Rebola em sua DONA, cadelinha.
 - S-s-s-sim Senhora. (NOSSA, rebolar? Pior que dá vontade mesmo. Tudo para fazê-la feliz. Hmmm cara, isso é muito bom e aquela mão quente em meu pau. Ela CRAVOU as unhas em meu pau e está me punhetando. Vai arrancar meu pau fora com aquelas unhas, mas quem se importa com isso? É dela. Faça o que quiser.)Hmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm-m-m-m-m-m GRATO, SENHORA.
 - Gostou cadelinha? Então agora se levante e lamba essa bagunça que fez. Quando terminar, vá banhar-se e vestir-se.
 - Mas Senhora, nunca sequer provei minha porra, Senhora. Tenho nojo. Sim, Senhora. Como quiser, mas não me olhe assim de novo, por favor. (Cara, aquele OLHAR me fez tremer. ÉCAH, que puta nojo. Mas é por Ela.) Pronto, senhora. Limpo. Posso fazer uma pergunta antes do banho, Senhora?
 - Claro, cadelinha. Sempre faça as perguntas. Prefiro assim. Não precisa ficar apenas em uma.
 - Muito obrigada, Senhora. Agradei à Senhora?
 - Bastante, cadelinha. Vejo mais perguntas em seu olhar. Faça-as.
 - Fico orgulhosa, Senhora. Obrigada. Posso considerar-me sua, Senhora? A Senhora me quer?
 - Sim vadia, eu a quero. Tomei-a para mim hoje e vou mantê-la. Seu corpo, mente, tempo, adoração e submissão agora me pertencem.
 - Nossa não sei como agradecê-la Senhora. Tive medo que fosse apenas essa vez. Obrigada, Senhora. Vou tomar banho como ordenou, Senhora e voltarei limpinha para satisfazê-la, Senhora.
 - Vadia. Tome seu banho, mas se vista em seguida. Amanheceu e quero dormir em minha cama. Iremos embora após aprontar-se.
 - Mas Senhora? E seu gozo, seu prazer? Quero que se satisfaça, preciso da Sua satisfação. Por favor, Senhora.
 - Cadelinha, durante essa noite, gozei inúmeras vezes. Deu-me muito prazer. Sua DOR é meu prazer e meu tesão. Algum dia, quando aprender direitinho, me satisfará de outras maneiras. Por enquanto, seus gemidos me satisfizeram. Vá.
 - Sim, Senhora... ( E lá vou eu, feliz, dolorido, imensamente satisfeito, leve, com a certeza que ESSA SENHORA me escolheu.)

CONrelato


 Zonzo, dolorido e no escuro. Brincadeira sem graça. Tentou acender a luz e percebeu que estava amarrado com as mãos para trás. Susto. Pensando melhor, percebeu que havia algo sobre seus olhos. A claridade era ínfima, mas atestava luz no ambiente. Estava sentado sobre algo macio, porém duro. ESTAVA NU! Podia sentir a textura do tecido na bunda. E havia algo prendendo seus joelhos. Algo que mantinha suas pernas afastadas uma da outra. Por que não conseguia lembrar-se de nada? Resolveu concentrar-se para tentar resgatar as últimas memórias. Sabia que tinha bebido. Muito. E uma mulher estava com ele. Uma SENHORA. Podia ter pouca experiência no BDSM, mas aquela era inegavelmente uma SRA. Sentiu um arrepio ao lembrar-se DELA e seu pau começou a crescer na lembrança. E com esse detalhe, uma risada suave encheu o local. Delícia de som.
 -Vejo que acordou vermezinho... (aquela VOZ! Perdição!)
 -Quem é você e onde estou?
 -Em primeiro lugar, verme, sugiro que me chame de SENHORA, e é uma forte sugestão. (sugestão essa, seguida de um pisão delicado em seu saco, bem na pele, ao lado das bolas. Cacete! Ela podia ter amassado suas bolas, se quisesse.) Em segundo lugar, você está onde ME pediu para vir. Está sob MEU DOMÍNIO, seja bem vindo ao seu inferno particular. (e com isso ela puxou a coleira que ele nem sabia que estava em seu pescoço, e ele caiu de cara no chão.)
 -Aaaai. Você é louca? (O medo ainda era maior que a prudência.)
 -Não, sou totalmente lúcida. E não suporto incoerência. VOCÊ convidou-me para um drinque. Ninguém mandou beber demais. Enfim, sob o efeito do álcool, você contou-me todas as suas fantasias... infelizmente para você, elas me agradaram e resolvi realizá-las, uma por uma. Se puder parar de gemer e choramingar por alguns minutos, vai perceber que está sem controle algum de seus atos. Também está sem o domínio de sua visão. Está nu, com os joelhos afastados, e nesse preciso instante, com o bumbum arrebitado para cima. Visão que me agrada muito. Apóie-se em seus ombros e erga mais o traseiro. Obedeça.
 -Não! Olha só, eram delírios de um bêbado! Você não pode estar falando sério! Meu cu é virgem, cacete! E nada vai entrar nele. Só sair, entendeu?
 -Você realmente não me entende, não é lixo? (Frase seguida de um chute preciso no saco, vindo por trás e por baixo)
 -AAAAAAAAAAAAAUUUUUUUUUUUUUUUU!!!! Mmmmmmmm
 -Talvez agora prefira me chamar de SENHORA? Que acha, criança?
 -S-s-s-sim, sim senhora! Perdão, senhora! Está doendo ainda!
 - Ótimo! Eu não perderia meu tempo, ou gastaria minha energia, se não fosse para ouvir seus gemidos verdadeiros. Agora, apóie-se em seus ombros e levante seu traseiro para cima. (ordem seguida de obediência. Chute no saco é foda! Não há coragem que resista. Além do mais, aquela voz estava causando um efeito muito peculiar. Nunca tinha tido esse fetiche. Voz é voz, cacete. Mas ESSA. Não dava para resistir. Pau duro! Duríssimo, aliás.)
 -Assim, senhora?
 -Isso. Agora vai rastejar comigo. Como o verme que é. Empurre com os joelhos, depois os ombros. Venha. (Ele sente uma guia, puxando-o pelo que ele percebeu ser uma coleira. Cara! Ela o fazia mesmo rastejar-se feito uma minhoca de desenho animado! Humilhação total!)
 -Agora se apóie na parede atrás de você e coloque-se de pé. Assim, isso mesmo. (Ouve-se um som de um móvel sendo arrastado à sua frente) Agora se incline e deite de bruços na mesa à sua frente. Levante o tronco um pouco mais. Quero suas nádegas totalmente livres e para cima. Isso... assim. Primeiro as primeiras coisas. Andou comendo algo pesado esses dias? Foi ao banheiro antes de ir me encontrar? (Pergunta precedida de uma mão enluvada, abrindo sua bunda. Que ele imediatamente contraiu. Levando um forte tapa, seguido de muitos outros. Sentiu os olhos arderem, com lágrimas contidas, e a garganta rouca, dos gritos que não conseguia evitar.) Aprendeu, verme?
 -Senhora, para! Eu vou relaxar. Perdão. Foi involuntário. É apenas medo. Chega senhora, por favor!
 -Responda minha pergunta! (Novo tapa, mais forte ainda que os anteriores!)
 -Sim senhora, caguei antes de sair! (Outro tapa!)
 -Seja menos vulgar com suas palavras, lixo! (Mais um tapa, onde a bunda já queimava feito fogo.)
 -Perdão senhora. Eu fiz cocô sim. Mas eu me lavei em seguida. Juro, senhora.
 - Mas deve haver algo aqui que eu não vou querer ver, não é verme? Vamos limpar o parque de diversões. (Barulho de plástico sendo rasgado, rolha sendo tirada, água vertendo. Que porra era aquela??? Então ele sente um gelo no cu. Algo estava sendo enfiado em seu cu!!!)
 -Senhora o que é isso??? Socorro!!! Não, meu cu, não!
 -Cale a boca, imundo! E meça suas palavras, já avisei e não gosto de me repetir! (Ordem seguida de enfiada cruel de uma cânula em seu cu. Doeu. Demais. Puta que o pariu! Não deu para segurar e começou a chorar.) Prontinho, calma. Relaxa. Já entrou tudo e agora é só líquido. Mas aviso. Vai dar vontade de ir ao banheiro. SEGURE FIRME! Ou faço você comer e beber tudo que sair daqui. (E um líquido que fazia suas entranhas arderem um pouco, começou a ser bombado para dentro de seu intestino. Caralho. Ele queria cagar! E se fizesse isso, ia acabar tendo que comer a própria merda! Que fazer?)
 -Senhora! Vontade de ir ao banheiro. Por favor? Não to conseguindo segurar!
 -Consegue sim. Vamos conversar para você distrair-se. Já já estará tão bem, que vai segurar-se sem muito esforço. Me diz, você gosta de vinho?
 -Hmmmm. (Frio de medo e dor de barriga) Gosto sim senhora.
 -Costuma beber com freqüência?
 -Não senhora. Quando nos conhecemos eu me excedi. Estava nervoso com o encontro e estressado pelo trabalho. Faz mais de dois anos que não tomo porre. Senhora... o que está acontecendo? Tô me sentindo meio tonto.
 -Calma, vermezinho. O que coloquei em você foi uma solução de soro fisiológico e vinho. Sua tontura vem da absorção do álcool pela parede de seu intestino. Você está ficando “alto” sem ingerir nada pela boca. (E aquela risada novamente! Puta merda, que tesão de risada! Podia passar horas batendo punheta com aquela risada em seus ouvidos.)
 -Se não fosse pela vontade de ir ao banheiro, senhora, poderia dizer que isso é gostoso! (Quanto tempo mais daquilo?)
 -Pronto, verme. Dez minutos para a primeira vez. Muito bom. Agora se levante com cuidado, venha. Vou sentá-lo no vaso. Não vá soltar uma só gota fora dele. Concentre-se. (Levantar com o rabo espremido era foda, mas fazendo como podia, acabou chegando ao vaso, quase sem tempo. Ahhhhhh cara, aquela porra ardia para sair também. Já tava na chuva mesmo...)
 -Aaaaaaaaaahhhhhhh! Que ardor!!! Tá queimando muito, senhora. Não quero fazer mais nada! Não há nada que faça esse ardor parar? (Cara sei que eu to parecendo um pivete, mas tá ardendo, porra. Queima prá caralho!)
 - Relaxa lixo. Faça força e empurre tudo para fora. Isso. Venha, vamos voltar à mesa.
 - Ah não! Não quero mais disso... Faça qualquer outra coisa, senhora, mas não isso! Por favor, por favor, por favor! (Senti minha cabeça sendo novamente empurrada para frente e acabo pranchado novamente de bruços. Essa mulher é sádica! Ela não vai parar.) Não, senhora. Por favorrrrrrrrr!
 - Calma verme.
- Hmmmmmmmmm (Ai, droga, ela enfiou a coisa no meu cu de novo, porra! Hmmm... e essa merda do meu pau, que insiste em continuar duro, ela não vai parar nunca assim. Cacete, agora é gelado... Ah porra! Isso tá bom!)
 - Gostoso lixo? Seu pênis parece estar adorando kkkkkkkkk
 - Senhora... vontade de fazer cocô de novo. Mas sim, isso tá bom. (Cara, que é aquilo arranhando minha bunda? São unhas? Tesão! Tesão! Tesão! Não posso gemer, ela vai entender que tá bom e vai parar, mas ahhhhhh...)
 - Pronto lixo... vamos ao banheiro de novo. Dessa vez segurou por 20 minutos. Deve ser o suficiente para limpá-lo.
 -Senhora? Vai arder de novo? To com medo.
 - Não, imundinho. Agora sua Senhora cuidou do seu medo, não vai arder mais nada. Garanto.
 - Certo senhora. (Cagar aquela água sem arder... eu to bêbado de novo, hehehe a sensação é boa... e não é que não arde mesmo? Hehehe agora é só tesão pelo visto...) Pronto senhora, terminei.
 - Venha lixo. Volte ao seu lugar, então. Vamos começar a brincar...
 - Sim Senhora!
 - Deitado de costas agora. Vou colocar alguns enfeites em você e quero que vá me descrevendo o que sente a cada vez. Primeiro aqui.
 - DOR! Sinto dor, senhora. Tira, tira, tira. (Ela colocou algo em meu mamilo esquerdo. QUEIMA! A dor não pára... Ela me controla. Cara... ELA É MINHA DONA!)
 - Ótimo lixo. Agora no outro também. Diga-me o que sente.
 - Mais dor, Senhora. Intensa, mas suportável. (Outra presilha. Dor em honra da minha DONA. E meu pau duro ainda.)
 - Agora um colar desses enfeites. Esses não doerão tanto, mas o efeito visual é muito belo. Diga-me o que sente.
 - Queima, mas bem menos, Senhora. (Sinto que minha Dona coloca cerca de seis dessas presilhas em meu saco. Ardem, mas é bem menos. Será que minha Senhora está gostando do que vê?) Senhora? Eu estou agradando? Sente prazer comigo, Senhora?
 - Eu gosto do que vejo lixo. Gosto ainda mais do que ouço. Agora uns laços.
 - Hmmm (Sinto um cordão em volta do meu saco, Ela amarrou. Apertado. Em volta da base do meu pau também. Essas mãos no meu pau. As mãos da minha DONA no meu pau. Eu vou gozar. As unhasssss... no meu pau.) Ahhhhh...Senhoraaaaa. Vou gozar!
 - NÃO! Ainda não pode gozar. SEGURE!
 - Vou tentar Senhora, mas tá quase impossível. (Sinto um aperto impossível no meu pau. Cara, que força. Mas ahhhh... a vontade passou. Humpf. Tava bom!)
 - Isso lixo. Agora se vire de bruços. Venha, assim.
 - Dói apertar os mamilos na mesa, Senhora. Essa dor... (pronto, lá vai meu pau endurecer tudo de novo... hmmmmmmmm... minha bunda de novo, não! As unhas dEla em meu cu, meu rego sendo arranhado, isso tá me deixando zonzo de novo... para cima, para baixo... CARALHO! Ela tá enfiando um pau em meu cu. ARDE!) AHHHHHH, que dor, Senhora. Devagar, por favor. Eu sou virgemmmm.
 - Era lixo. Mas eu vou aos poucos. Você não está sentindo tanto. Há um pouquinho de anestésico em seu ânus. Relaxa que você só vai gostar.
 - Sim, Senhora. (hmmmm... dentro, mais dentro, fundo, sai, entra, sai, entra, sai, entra. Pressão, tesão, caralho isso é bom demais.) Senhora? Eu gosto. Hmmmm.
 - Isso minha vadia. Agora você é minha cadela. Continua me dizendo o que sente. Rebola no pau de sua Senhora.
 - Ahhh Senhora, assim, eu gosto sim, não sabia que era tão gostoso, tesão Senhora, quero mais, muito mais. (E eu quero mesmo. E com minha DONA me chamando de cadela naquela voz? Eu faço qualquer coisa pra isso continuar.) Bom demais Senhora. Gosta de como eu rebolo, Senhora. É assim que quer? Nããão... não tira.
 - Pronto, pronto, puta. Vou colocar um rabo em você. Assim verei minha cadelinha de rabo.
 - Ahhhhh. (Cara doeu! Esse é mais grosso e faz pressão. É pesado. DÓI!) Que isso, Senhora? Dói. Quero o outro. Por favor, enfia o outro. Esse não.
 - XIU lixo. Esse é seu rabo. Acostume-se. Segure-o com o ânus apertadinho. Não quero que ele escorregue e caia, ou colocarei outro ainda mais grosso.
 - Ai! Sim, Senhora. Tudo que quiser Senhora. (Ela tá me virando de frente. O que mais Ela pode fazer? Já me entreguei, mas sinto que Ela quer mais. Medo. DOR! Dor intensa, queima, arde, dói, dói.) Ahhhhhhhhhhhhhhhh, Senhora, que é isso? Aí não, socorro. Pára. AHHHHHHHHHHH!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Maquiavélica



A mulher chega em casa mais cedo... do trabalho. De TPM, com a maior enxaqueca, toma um comprimido, tudo que ela quer, é ir direto direto pra cama.
Assim que entra no quarto encontra seu marido no maior love com outra mulher, na sua cama.
Louca de raiva,de dor de cabeça e p.da vida porque ainda vai ter que trocar os lençóis antes de se deitar, ela pega uma arma numa gaveta e arrasta o marido, caladinho coitado, até a garagem, que fica ao lado da casa. Chegando lá, prende o "bilau" dele numa morsa em cima da bancada, aperta até ficar bem preso e roxo e retira a alavanca do torno para evitar que ele se solte. Depois vai ao armário de ferramentas,pega um serrote e coloca-o na bancada, ao lado do marido, que, ali esticado, grita apavorado:
- Querida!!! pelo amor de Deus! você não vai cortar meu ... vai?
E ela responde carinhosa:
- Não meu amor, claro que não! nem de TPM eu fico tão louca! você é que vai, eu só vou botar o fogo na garagem...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Mais um dia no paraíso


Era o dia.
  O sub estava inquieto, assustado. Ele nada sabia, mas minha expressão deve tê-lo alertado.
  Tentei cumprir a rotina diária, acordar, banhar, caminhar, banhar novamente. Sempre mantendo a guia puxada e a coleira apertada. Nada anormal para uma DONA exigente.  Senti que estava faltando um detalhe, mas não me lembrava qual... o que eu havia esquecido? Troquei-me, fui dar aula, voltei. Fui navegar na net um pouquinho. Matar saudades e quem sabe, conhecer novos bichinhos. Às vezes aparece alguma coisa interessante. E o sub aos meus pés. Cheirando e limpando o cansaço do dia. Com aquela expressão amorosa, aquele olhar, ansiando pelo toque da DONA, o reconhecimento de sua existência. Distraidamente eu o afago atrás da orelha e com o olhar, indico-lhe meus pés. Por um momento ele olha confuso, mas nada que um puxão firme na mesma orelha afagada não o lembre da falta. Correndo, vai atrás de meus chinelos e os traz com a boca, porque não tolero que use as mãos neles, ao menos não sem que eu tenha o visto limpando-se bem antes.
  E novamente a sensação de que eu estava esquecendo algo.
  Decido brincar com meu bichinho novamente. Na net nada de novo e muito menos interessante. Levemente irritada pelos constantes “DONS”, “DONOS”, “LORDS”, “SENHORES”, que insistem em apresentar-se como sub aos meus desejos, como se na floresta virtual já não houvesse bichinhos suficientes e muito mais capacitados para me distrair. Com esses seres eu nada quero, além de uma amizade divertida e distante.
  Levanto-me da cadeira e sigo para o quarto de “brinquedos”, com meu bichinho ansioso atrás. Ele deita-se suavemente na cama alta, uma MESA e eu me delicio com aquela visão. Sei que vou me cansar um dia, mas por enquanto, ele ainda é meu prazer, meu parque de diversões. Lavo cuidadosamente minhas mãos, ouvindo o gemido que ele solta ao ver a ação. Sim, ele sabe. Mas não sabe tudo.
  Ato suas mãos abertas, seus pés bem afastados. A silver ainda é minha preferida, e a uso sobre os pelos que ainda não arranquei. Ato também seus joelhos, bem afastados. Não gosto quando ele os junta, ainda que involuntariamente.
  Percorro toda a extensão daquela pele quente com minhas unhas e decido ser doce.
 -Quer a venda hoje, meu lixo?
 -Não minha DONA, mas, por favor, pode falar comigo todo o tempo? Está muito calada e preciso de sua voz. Por favor, eu imploro.
 -Está bem, inútil, você tem razão. Não é justo privá-lo do som da minha voz.
 -Obrigado Senhora Doce.
  Vou atrás do óleo, aqueço minhas mãos e o uso, sempre falando palavras que eu sei que tocam fundo em meu bichinho. Passo o óleo em seus pés. Dedo por dedo. Ele tem lindos pés. Subo pelas canelas. Fortes e peludas. Detenho-me um pouco nas coxas. Grossas, fortes, com pelos macios, que eu olho e massageio com prazer. Sempre falando. Enfio a mão entre suas coxas e besunto-lhe a bunda, apertando forte cada nádega, esmagadas pela MESA, a ponto de arrancar gemidos, volto os dedos, devagar, pelo vão entre elas, não resistindo a testar a resistência daquele buraquinho tão apertado, tão MEU, quente, com uma dedada profunda e nada gentil.
 -Aaaaai, Senhora! Socorro, minha DOCE!
 - Estou apenas untando você, verme. Agradeça.
 - Hmmmmm, (sofrendo), obrigado minha Linda. (quase chorando porque enfiei um segundo dedo naquele lugarzinho que tanto me atrai).
 - Agora lambe direitinho, imundo, porque preciso continuar a massagem! (falo em tom irônico, arrancando meus dedos de seu ânus e enfiando-os em sua boca, onde aproveito para beliscar forte sob sua língua, causando dor e maior salivação).
 - Aaaaaaaah!
 - Calma, traste. Relaxe. Estou apenas começando.
  E o sinto tremer violentamente quando falo isso.
  Volto a untar minhas mãos com óleo, observando o pênis ereto, duro, grosso, comprido, apontando firme para o umbigo de meu lixo. Passo óleo no períneo, arranhando de leve, usando a pressão certa para ouvir um gemido suave, sempre falando com ele, seduzindo-o com minha voz. Envolvo o saco nas mãos, olho para ele, subitamente arregalados, um gemido fino escapando de seus lábios, e começo a estudar aquela textura flácida e rugosa, comprida, que eu puxo, mostrando as dimensões dos testículos, texto a firmeza deles, apertando cada um, como se testasse tomates maduros na feira. De repente aquele frisson conhecido, aquele arrepio de vontade, e o apertão firme. Tão temido, quanto ansiado, o gemido rouco, fundo, o suspiro dolorido. Um espasmo úmido entre minhas coxas. O começo de um delicioso pulsar.
  Passo mais óleo em minhas mãos, dando ao verme a chance de respirar e sentir. Fricciono bem, aquecendo-as e vou ao pênis. Macio, agora flácido, mas recomeçando a dar sinal de vida entre meus dedos. Pego mais firme e ele se ergue, orgulhoso, e esse orgulho me irrita. Viro-me em direção à bancada, sempre falando, doutrinando-o agora a respeito do orgulho. Pego “O PINCEL”. Já desinfetado. Passo óleo no cabo e volto-me em direção à MESA, onde vejo meu brinquedo aumentar, como se fosse possível, seus olhos em minha direção, e menear a cabeça, sinalizando repetidos “nãos”. Tranquilamente vou em direção a ele, explicando que é necessário e que ele sabe amar aquele tormento. Pego em seu pênis, puxo a pele para baixo, e vou encaixando o cabo do pincel em sua uretra. Enfiando com cuidado, até que sobre apenas a virola para fora. Ainda não sei se é a visão, a audição, ou a sensação de absoluto domínio, mas sinto espasmos de prazer subindo de meu ventre e me descubro absolutamente molhada.
  Pego a escada, e subo colocando-me ao alcance da boca sedenta de meu bichinho, que com gemidos deliciosos de prazer e dor, começa a lamber-me. E seu pênis, ainda empalado, treme, dando pequenos saltos em seu eixo, orgulhoso da excitação que provoca.
  Deixo que ele brinque mais um pouco e saio. Retomo meu óleo, esfregando as mãos e massageio o ventre, o peito amplo, o pescoço largo. Outra pausa. O que estou esquecendo? Retiro o pincel que já cumpriu sua missão, o limpo e guardo. A essa altura saem lágrimas de meu sub e não só por seus olhos. Ordeno que se contenha, a final a festa ainda não tinha começado. Volto à bancada, pego meus lindos patinhos e aprisiono os mamilos delicados. Um para cada um. Gemidos altos, quase urros, prolongados, doloridos. E outra sessãozinha de facesitting.
  A campainha toca. Levanto-me, envolvo-me em uma robe e vou atender. Dou de cara com um homem lindo e virtualmente desconhecido. Cheio de sorrisos, apresenta-se como Zeus*, que veio no lugar de John*, o contratado, que havia tentado entrar em contato, mas que não tinha conseguido falar comigo para avisar sobre a troca.
 -PQP! Esqueci o celular desligado.
  Ao menos lembrei o que me incomodou o dia todo. Agora era encarar a situação e o novo “personagem”.
 -Zeus*, o John* já sabe como me servir. Ele te passou as coordenadas?
 -Não Senhora Apenas disse que eu devo fazê-la feliz e obedecer em tudo. O que não é difícil, se me permite...
 -Não! Não permito bajulações, obrigada! Venha comigo. Dispa-se nesse lavabo e apresente-se PRONTO na primeira porta à esquerda.
  Volto ao sub, que a essa altura está agonizando com os patinhos. Retiro-os, desato-o, (coisas que provocam mais gemidos de dor) e permito alguns instantes de choramingo.
 -Agora, meu verme, vamos para a canga.
 -O que vai fazer comigo, SRA?
 -Venha, não faça perguntas que sabe que não responderei.
  Coloco-o de joelhos no colchonete, inclino seu pescoço, posiciono seus pulsos, e prendo-o rente ao chão, com a bunda bem arrebitada. Posição incômoda, mas linda de se ver. Além do benefício dele estar de costas para a porta.
 -Sra., aqui estou.
 -Entre, Zeus*. Não farei as apresentações, não é necessário, mas é essa bundinha aqui que irá servi-lo. Antes, venha até aqui e beije meus pés. E posiciono-me de modo a deixar que meu bichinho veja OUTRO beijando os pés que ele tanto venera. E consigo o que queria. Um longo, triste, raivoso e alto gemido do sub, que a essa altura, não ousa reclamar, mas que chora, silenciosamente, quando vê Zeus* lambendo meus dedos. Deixo que isso aconteça por mais alguns instantes e saio do lugar.
  Pego novamente o óleo e besunto as costas e o rego de meu sub e peço que Zeus* o coma. E foi apenas neste momento que notei o tamanho do “equipamento” do michê. Senti um instante de pena, meu sub nunca havia chegado aquele grau antes. Mas foi apenas um instante. Limpei minhas mãos e as nádegas de meu sub, puxei, abrindo-o bem, e pedi que Zeus* fosse cuidadoso. Não queríamos sangue.
  Em outro dia conto das lindas lágrimas que meu sub chorou... por todos os lugares!