quinta-feira, 3 de março de 2011

CONrelato


 Zonzo, dolorido e no escuro. Brincadeira sem graça. Tentou acender a luz e percebeu que estava amarrado com as mãos para trás. Susto. Pensando melhor, percebeu que havia algo sobre seus olhos. A claridade era ínfima, mas atestava luz no ambiente. Estava sentado sobre algo macio, porém duro. ESTAVA NU! Podia sentir a textura do tecido na bunda. E havia algo prendendo seus joelhos. Algo que mantinha suas pernas afastadas uma da outra. Por que não conseguia lembrar-se de nada? Resolveu concentrar-se para tentar resgatar as últimas memórias. Sabia que tinha bebido. Muito. E uma mulher estava com ele. Uma SENHORA. Podia ter pouca experiência no BDSM, mas aquela era inegavelmente uma SRA. Sentiu um arrepio ao lembrar-se DELA e seu pau começou a crescer na lembrança. E com esse detalhe, uma risada suave encheu o local. Delícia de som.
 -Vejo que acordou vermezinho... (aquela VOZ! Perdição!)
 -Quem é você e onde estou?
 -Em primeiro lugar, verme, sugiro que me chame de SENHORA, e é uma forte sugestão. (sugestão essa, seguida de um pisão delicado em seu saco, bem na pele, ao lado das bolas. Cacete! Ela podia ter amassado suas bolas, se quisesse.) Em segundo lugar, você está onde ME pediu para vir. Está sob MEU DOMÍNIO, seja bem vindo ao seu inferno particular. (e com isso ela puxou a coleira que ele nem sabia que estava em seu pescoço, e ele caiu de cara no chão.)
 -Aaaai. Você é louca? (O medo ainda era maior que a prudência.)
 -Não, sou totalmente lúcida. E não suporto incoerência. VOCÊ convidou-me para um drinque. Ninguém mandou beber demais. Enfim, sob o efeito do álcool, você contou-me todas as suas fantasias... infelizmente para você, elas me agradaram e resolvi realizá-las, uma por uma. Se puder parar de gemer e choramingar por alguns minutos, vai perceber que está sem controle algum de seus atos. Também está sem o domínio de sua visão. Está nu, com os joelhos afastados, e nesse preciso instante, com o bumbum arrebitado para cima. Visão que me agrada muito. Apóie-se em seus ombros e erga mais o traseiro. Obedeça.
 -Não! Olha só, eram delírios de um bêbado! Você não pode estar falando sério! Meu cu é virgem, cacete! E nada vai entrar nele. Só sair, entendeu?
 -Você realmente não me entende, não é lixo? (Frase seguida de um chute preciso no saco, vindo por trás e por baixo)
 -AAAAAAAAAAAAAUUUUUUUUUUUUUUUU!!!! Mmmmmmmm
 -Talvez agora prefira me chamar de SENHORA? Que acha, criança?
 -S-s-s-sim, sim senhora! Perdão, senhora! Está doendo ainda!
 - Ótimo! Eu não perderia meu tempo, ou gastaria minha energia, se não fosse para ouvir seus gemidos verdadeiros. Agora, apóie-se em seus ombros e levante seu traseiro para cima. (ordem seguida de obediência. Chute no saco é foda! Não há coragem que resista. Além do mais, aquela voz estava causando um efeito muito peculiar. Nunca tinha tido esse fetiche. Voz é voz, cacete. Mas ESSA. Não dava para resistir. Pau duro! Duríssimo, aliás.)
 -Assim, senhora?
 -Isso. Agora vai rastejar comigo. Como o verme que é. Empurre com os joelhos, depois os ombros. Venha. (Ele sente uma guia, puxando-o pelo que ele percebeu ser uma coleira. Cara! Ela o fazia mesmo rastejar-se feito uma minhoca de desenho animado! Humilhação total!)
 -Agora se apóie na parede atrás de você e coloque-se de pé. Assim, isso mesmo. (Ouve-se um som de um móvel sendo arrastado à sua frente) Agora se incline e deite de bruços na mesa à sua frente. Levante o tronco um pouco mais. Quero suas nádegas totalmente livres e para cima. Isso... assim. Primeiro as primeiras coisas. Andou comendo algo pesado esses dias? Foi ao banheiro antes de ir me encontrar? (Pergunta precedida de uma mão enluvada, abrindo sua bunda. Que ele imediatamente contraiu. Levando um forte tapa, seguido de muitos outros. Sentiu os olhos arderem, com lágrimas contidas, e a garganta rouca, dos gritos que não conseguia evitar.) Aprendeu, verme?
 -Senhora, para! Eu vou relaxar. Perdão. Foi involuntário. É apenas medo. Chega senhora, por favor!
 -Responda minha pergunta! (Novo tapa, mais forte ainda que os anteriores!)
 -Sim senhora, caguei antes de sair! (Outro tapa!)
 -Seja menos vulgar com suas palavras, lixo! (Mais um tapa, onde a bunda já queimava feito fogo.)
 -Perdão senhora. Eu fiz cocô sim. Mas eu me lavei em seguida. Juro, senhora.
 - Mas deve haver algo aqui que eu não vou querer ver, não é verme? Vamos limpar o parque de diversões. (Barulho de plástico sendo rasgado, rolha sendo tirada, água vertendo. Que porra era aquela??? Então ele sente um gelo no cu. Algo estava sendo enfiado em seu cu!!!)
 -Senhora o que é isso??? Socorro!!! Não, meu cu, não!
 -Cale a boca, imundo! E meça suas palavras, já avisei e não gosto de me repetir! (Ordem seguida de enfiada cruel de uma cânula em seu cu. Doeu. Demais. Puta que o pariu! Não deu para segurar e começou a chorar.) Prontinho, calma. Relaxa. Já entrou tudo e agora é só líquido. Mas aviso. Vai dar vontade de ir ao banheiro. SEGURE FIRME! Ou faço você comer e beber tudo que sair daqui. (E um líquido que fazia suas entranhas arderem um pouco, começou a ser bombado para dentro de seu intestino. Caralho. Ele queria cagar! E se fizesse isso, ia acabar tendo que comer a própria merda! Que fazer?)
 -Senhora! Vontade de ir ao banheiro. Por favor? Não to conseguindo segurar!
 -Consegue sim. Vamos conversar para você distrair-se. Já já estará tão bem, que vai segurar-se sem muito esforço. Me diz, você gosta de vinho?
 -Hmmmm. (Frio de medo e dor de barriga) Gosto sim senhora.
 -Costuma beber com freqüência?
 -Não senhora. Quando nos conhecemos eu me excedi. Estava nervoso com o encontro e estressado pelo trabalho. Faz mais de dois anos que não tomo porre. Senhora... o que está acontecendo? Tô me sentindo meio tonto.
 -Calma, vermezinho. O que coloquei em você foi uma solução de soro fisiológico e vinho. Sua tontura vem da absorção do álcool pela parede de seu intestino. Você está ficando “alto” sem ingerir nada pela boca. (E aquela risada novamente! Puta merda, que tesão de risada! Podia passar horas batendo punheta com aquela risada em seus ouvidos.)
 -Se não fosse pela vontade de ir ao banheiro, senhora, poderia dizer que isso é gostoso! (Quanto tempo mais daquilo?)
 -Pronto, verme. Dez minutos para a primeira vez. Muito bom. Agora se levante com cuidado, venha. Vou sentá-lo no vaso. Não vá soltar uma só gota fora dele. Concentre-se. (Levantar com o rabo espremido era foda, mas fazendo como podia, acabou chegando ao vaso, quase sem tempo. Ahhhhhh cara, aquela porra ardia para sair também. Já tava na chuva mesmo...)
 -Aaaaaaaaaahhhhhhh! Que ardor!!! Tá queimando muito, senhora. Não quero fazer mais nada! Não há nada que faça esse ardor parar? (Cara sei que eu to parecendo um pivete, mas tá ardendo, porra. Queima prá caralho!)
 - Relaxa lixo. Faça força e empurre tudo para fora. Isso. Venha, vamos voltar à mesa.
 - Ah não! Não quero mais disso... Faça qualquer outra coisa, senhora, mas não isso! Por favor, por favor, por favor! (Senti minha cabeça sendo novamente empurrada para frente e acabo pranchado novamente de bruços. Essa mulher é sádica! Ela não vai parar.) Não, senhora. Por favorrrrrrrrr!
 - Calma verme.
- Hmmmmmmmmm (Ai, droga, ela enfiou a coisa no meu cu de novo, porra! Hmmm... e essa merda do meu pau, que insiste em continuar duro, ela não vai parar nunca assim. Cacete, agora é gelado... Ah porra! Isso tá bom!)
 - Gostoso lixo? Seu pênis parece estar adorando kkkkkkkkk
 - Senhora... vontade de fazer cocô de novo. Mas sim, isso tá bom. (Cara, que é aquilo arranhando minha bunda? São unhas? Tesão! Tesão! Tesão! Não posso gemer, ela vai entender que tá bom e vai parar, mas ahhhhhh...)
 - Pronto lixo... vamos ao banheiro de novo. Dessa vez segurou por 20 minutos. Deve ser o suficiente para limpá-lo.
 -Senhora? Vai arder de novo? To com medo.
 - Não, imundinho. Agora sua Senhora cuidou do seu medo, não vai arder mais nada. Garanto.
 - Certo senhora. (Cagar aquela água sem arder... eu to bêbado de novo, hehehe a sensação é boa... e não é que não arde mesmo? Hehehe agora é só tesão pelo visto...) Pronto senhora, terminei.
 - Venha lixo. Volte ao seu lugar, então. Vamos começar a brincar...
 - Sim Senhora!
 - Deitado de costas agora. Vou colocar alguns enfeites em você e quero que vá me descrevendo o que sente a cada vez. Primeiro aqui.
 - DOR! Sinto dor, senhora. Tira, tira, tira. (Ela colocou algo em meu mamilo esquerdo. QUEIMA! A dor não pára... Ela me controla. Cara... ELA É MINHA DONA!)
 - Ótimo lixo. Agora no outro também. Diga-me o que sente.
 - Mais dor, Senhora. Intensa, mas suportável. (Outra presilha. Dor em honra da minha DONA. E meu pau duro ainda.)
 - Agora um colar desses enfeites. Esses não doerão tanto, mas o efeito visual é muito belo. Diga-me o que sente.
 - Queima, mas bem menos, Senhora. (Sinto que minha Dona coloca cerca de seis dessas presilhas em meu saco. Ardem, mas é bem menos. Será que minha Senhora está gostando do que vê?) Senhora? Eu estou agradando? Sente prazer comigo, Senhora?
 - Eu gosto do que vejo lixo. Gosto ainda mais do que ouço. Agora uns laços.
 - Hmmm (Sinto um cordão em volta do meu saco, Ela amarrou. Apertado. Em volta da base do meu pau também. Essas mãos no meu pau. As mãos da minha DONA no meu pau. Eu vou gozar. As unhasssss... no meu pau.) Ahhhhh...Senhoraaaaa. Vou gozar!
 - NÃO! Ainda não pode gozar. SEGURE!
 - Vou tentar Senhora, mas tá quase impossível. (Sinto um aperto impossível no meu pau. Cara, que força. Mas ahhhh... a vontade passou. Humpf. Tava bom!)
 - Isso lixo. Agora se vire de bruços. Venha, assim.
 - Dói apertar os mamilos na mesa, Senhora. Essa dor... (pronto, lá vai meu pau endurecer tudo de novo... hmmmmmmmm... minha bunda de novo, não! As unhas dEla em meu cu, meu rego sendo arranhado, isso tá me deixando zonzo de novo... para cima, para baixo... CARALHO! Ela tá enfiando um pau em meu cu. ARDE!) AHHHHHH, que dor, Senhora. Devagar, por favor. Eu sou virgemmmm.
 - Era lixo. Mas eu vou aos poucos. Você não está sentindo tanto. Há um pouquinho de anestésico em seu ânus. Relaxa que você só vai gostar.
 - Sim, Senhora. (hmmmm... dentro, mais dentro, fundo, sai, entra, sai, entra, sai, entra. Pressão, tesão, caralho isso é bom demais.) Senhora? Eu gosto. Hmmmm.
 - Isso minha vadia. Agora você é minha cadela. Continua me dizendo o que sente. Rebola no pau de sua Senhora.
 - Ahhh Senhora, assim, eu gosto sim, não sabia que era tão gostoso, tesão Senhora, quero mais, muito mais. (E eu quero mesmo. E com minha DONA me chamando de cadela naquela voz? Eu faço qualquer coisa pra isso continuar.) Bom demais Senhora. Gosta de como eu rebolo, Senhora. É assim que quer? Nããão... não tira.
 - Pronto, pronto, puta. Vou colocar um rabo em você. Assim verei minha cadelinha de rabo.
 - Ahhhhh. (Cara doeu! Esse é mais grosso e faz pressão. É pesado. DÓI!) Que isso, Senhora? Dói. Quero o outro. Por favor, enfia o outro. Esse não.
 - XIU lixo. Esse é seu rabo. Acostume-se. Segure-o com o ânus apertadinho. Não quero que ele escorregue e caia, ou colocarei outro ainda mais grosso.
 - Ai! Sim, Senhora. Tudo que quiser Senhora. (Ela tá me virando de frente. O que mais Ela pode fazer? Já me entreguei, mas sinto que Ela quer mais. Medo. DOR! Dor intensa, queima, arde, dói, dói.) Ahhhhhhhhhhhhhhhh, Senhora, que é isso? Aí não, socorro. Pára. AHHHHHHHHHHH!

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