O frescor do aço, a suavidade do couro, o brilho do plástico, a delicadeza do silicone, a força elegante de minhas mãos, a beleza de meus pés, a austeridade de minha expressão, o tom rouco e expressivo de minha voz, a dureza irônica de meu olhar, o corte preciso e limpo de minha inteligência em seus argumentos. Essa sou eu. E eu sou tudo que te basta.
Meu desejo é uma selva, viva, pulsante, exigente, sombria, quente, úmida. Nessa selva, a fera engoliu a serpente a houve a mutação. A mesma fera que domina, impera, também envolve por conhecer intimamente os desejos dos que rastejam. O veneno dessa fera hipnotiza, seduz, cativa, enlaça, amarra, algema, amordaça, cega, ensurdece.
A dor que essa fera provoca dá prazer, satisfação, o puro júbilo de agradar.
A humilhação que a fera provoca, engrandece o ser rastejante por elevá-lo aos olhos e à atenção dela.
As ordens da fera são disciplinadoras, ensinam e esmerilham os seres rastejantes, torna-os algo menos asqueroso no reino da dona.
As recompensas... Ah as recompensas.
Não há palavras que descrevam o gozo físico, mental, intelectual que as recompensas da fera evocam.
Quer envolver-se na Doce selva da Domme fera?... Não é fácil, não é para todos, e, principalmente, não é para medíocres!

Profundo seus textos Senhora, espero um dia poder merecer também algumas palavras referentes a este seu humilde servo, que muito lhe admira.
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